sábado, 16 de junho de 2012
Definitivamente, odeio barulho de garfos batendo em pratos; ainda não sei como não tenho um ataque de nervos em restaurantes, bom, deve ser porque observar as pessoas é bem mais interessante do que ficar tento surtos com o barulho de cada boca, talher, de cada batimento cardíaco.
Hoje, como ficarei um bom tempo sozinha em casa, resolvi fazer algo, não muito diferente, peguei minha caneca "importada" que ganhei da Gi, (ps. Minha caneca preferida), coloquei leves 5 colheres de açúcar, e dois pacotes de chá, bebi... E é nesses momentos, que a gente percebe os "nossos barulhos" o som do chá descendo pela garganta, da expressão mais forte até a mais leve, quando afastamos a caneca da boca, de tocar uma vez na colher, causando um impacto leve, entre xícara, açúcar, e alma;
Hoje o dia está mais marrom do que cinza, portando, não sei bem como definir, morando em uma cidade tão pequena, as vezes se torna difícil gostar do comum, mas por outro lado, se torna mais intenso, sentir cheiro de vida, quando é tudo que falta em outras cidades.
Mas voltando ao assunto, sobre sons cansativos, que defino, A-G-O-N-I-Z-A-N-T-ES, eu detesto coisas repetitivas, acho que muita gente né? sei la, as vezes até acho que sou assim porque sou geminiana, bom, tem gente que se sente melhor culpando o signo, pode ser por ai;Estou juntando meus sons e as cores desse dia tão cinza com jeito de marrom, quem sabe, isso se transforme em letra e melodia no meu afinado violão, ou, mais provavelmente, se tornem meras notas de porta de geladeira, em dias de observar pessoas, de cima da cadeira!
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