Castanho verde sem jasmim não é azul
Eu não vi quanto tempo se passou desde que o conta-gotas que carregava nossa força se quebrou.
Eu ando pintando uma parede só, com um pedaço de giz de cera comum, feito criança com cólicas por brincar com algo a mais.
O castanho já se passou por verde, e o verde que eu plantava o meu jasmim se espalhou em mim, dando fim ao azul dos meus olhos, que nunca mais mudou de cor.
Aquelas horas coloridas acabaram, desde o ultimo quiche que comi na padaria, e o último sonho que comi e não sonhei, e todas as outras coisas que eu não julgava importantes... e eram, se eram
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